Método Bastidor
Primeiro percebemos o trabalho. Depois simplificamos e testamos.
O resultado tem de continuar a funcionar depois da entrega. Por isso, cada automatização tem um responsável, critérios de teste e uma forma manual de continuar se a ferramenta falhar.
1. Perceber o trabalho actual
Percebemos o que o cliente pede, por onde esse pedido chega, que informação exige, quem decide e que ferramentas entram no trabalho. Nenhum acesso é pedido antes de o trabalho incluído e os limites estarem aprovados.
2. Simplificar
Retiramos passos desnecessários e resumimos o trabalho a, no máximo, seis etapas claras. Acelerar uma forma confusa de trabalhar só torna a confusão mais rápida.
3. Fazer uma tarefa acontecer sozinha
Configuramos uma regra simples para uma tarefa manual acontecer automaticamente nas ferramentas escolhidas. As contas, os dados e as aprovações continuam sob controlo do cliente; mudanças adicionais exigem nova proposta.
4. Testar o normal e o que pode falhar
Testamos casos acordados, informação incompleta, acesso expirado e ferramenta indisponível. Para cada falha previsível, deixamos um aviso e instruções para continuar manualmente.
5. Entregar sem criar dependência do Bastidor
Entregamos o desenho do trabalho, a lista de acessos usados, os resultados dos testes, as instruções para usar ou desfazer a mudança e um resumo do que mudou.
6. Medir e decidir o passo seguinte
Mostramos o que pode melhorar a seguir, o trabalho necessário e o que tem de estar disponível. Trinta dias depois, confirmamos o efeito do serviço. Outro trabalho ou acompanhamento exige sempre uma proposta separada e só avança com nova aprovação.